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Seu códigonão falapor você

Como construir uma carreira em tecnologia que vale a pena mostrar. O livro que explica como o mercado decide quem contrata, quem promove, quem lembra e quem esquece.

  • Do primeiro emprego à liderança, passando por LinkedIn, entrevistas e dinheiro
  • Sem fórmula, sem papo de coach: decisões concretas e o que cada caminho cobra
  • 10 materiais práticos, incluindo um plano de 30 dias

Capa do livro Seu código não fala por você, de Marcos Wesley Martins de Andrade
LançamentoEm breve
350páginas
52capítulos em 10 partes
10materiais práticos
12+anos de mercado do autor
A história que abre o livro

Mesma técnica. Carreiras opostas.

Dois profissionais começaram no mesmo ano, na mesma cidade, em suporte técnico. Estudaram à noite, aprenderam as mesmas coisas, resolviam o problema que ninguém queria pegar. No terceiro ano, eram tecnicamente equivalentes.

Cinco anos depois

No mesmo lugar

Cargo que mudou de nome, mas não de conteúdo. Recebe mensagem de recrutador e não responde, porque não sabe o que dizer sobre si mesmo.

Cinco anos depois

Virou referência

Chamado para opinar em decisões que não são dele, indicado sem pedir e seguro na hora de colocar números na mesa.

Não foi talento nem sorte. O segundo aprendeu a explicar o que fazia, escolheu onde investir o estudo e construiu relações antes de precisar delas. O primeiro continuou acreditando que o trabalho falaria por ele.

Não falou. Este livro existe por causa dessa diferença.

O que você vai aprender

Tudo o que decide uma carreira e ninguém ensina.

Conhecimento técnico abre portas. O que acontece depois depende de como você se posiciona, comunica, se relaciona e decide. É disso que o livro trata.

Entender o mercado por dentro

Áreas da TI, o peso real de faculdade e certificação, e o que separa júnior, pleno e sênior de verdade.

Partes 1 e 2

Posicionar-se sem forçar

Marca pessoal, headline, “Sobre” e experiência no LinkedIn escritos para quem busca, não para o algoritmo.

Parte 3

Construir autoridade e rede

Sobre o que publicar, como escrever como gente e como abordar pessoas sem parecer pedido de favor.

Partes 4 e 5

Passar nos processos seletivos

Currículo que passa pelo software e pela pessoa, busca de vaga com método, entrevistas de RH e técnica.

Parte 6

Crescer e negociar melhor

Técnica ou gestão, liderança, negócio, política corporativa, quanto você vale, CLT ou PJ, remoto e exterior.

Partes 7 e 8

Continuar relevante com a IA

Os erros que atrasam carreiras e como usar IA sem terceirizar o próprio raciocínio.

Partes 9 e 10
Feito para o seu momento

Por onde começar a ler.

Escolha a sua situação e veja o roteiro de leitura que o próprio autor recomenda.

Sumário completo

10 partes. 52 capítulos.

Veja exatamente o que está dentro do livro, capítulo por capítulo.

Introdução · O que o seu código não conta
01

Entendendo a carreira em tecnologiaCapítulos 1 a 5

Antes de decidir para onde ir, vale entender o terreno. Esta parte fala sobre como as carreiras em tecnologia realmente começam, o que existe dentro desse universo de profissões, o peso real de diploma e certificação, e o que o mercado procura quando diz que procura “um bom profissional”.

  1. Capítulo 1pág. 18

    Ninguém começa sabendo onde vai chegar

    Quase ninguém em tecnologia termina onde começou. Isso não é um problema a resolver; é o jeito como a carreira funciona. O que muda tudo é o que você faz em cada fase.

  2. Capítulo 2pág. 27

    TI não é uma profissão. É um universo de profissões

    Dizer que trabalha com TI é dizer quase nada. Este capítulo é um mapa para entender como as áreas se organizam, o que cada uma cobra de quem vive nela e onde elas se encontram.

  3. Capítulo 3pág. 36

    Faculdade ainda importa?

    Diploma não garante carreira, e a ausência dele não impede nenhuma. Entre esses dois extremos está a resposta útil, que depende de onde você está, para onde quer ir e por quais portas pretende passar.

  4. Capítulo 4pág. 44

    Certificação não substitui experiência

    Certificação é prova de que você estudou um assunto de um jeito específico. Não é prova de que sabe trabalhar com ele. Entender essa diferença separa quem usa certificação para crescer de quem coleciona badge.

  5. Capítulo 5pág. 52

    O profissional que o mercado realmente procura

    Toda vaga diz que procura um bom profissional. Quase nenhuma explica o que isso significa. Quem já contratou sabe: a lista real é curta, e a maior parte dela não aparece na descrição da vaga.

02

Construindo sua carreiraCapítulos 6 a 12

Mapa na mão, é hora de andar. Esta parte cobre as decisões que constroem a carreira de fato: o primeiro emprego, a migração de área, o que separa júnior de sênior, como estudar sem se afogar, como explicar o que você fez, quando sair de um emprego e como negociar crescimento dentro dele.

  1. Capítulo 6pág. 60

    Seu primeiro emprego em TI

    A primeira vaga é a mais difícil de conseguir e a menos importante de acertar. Este capítulo é sobre destravar a primeira e usá-la para chegar à segunda.

  2. Capítulo 7pág. 65

    Migrar para tecnologia, ou dentro dela

    Quem muda de área quase sempre erra do mesmo jeito: joga fora o que sabe e tenta recomeçar do zero. A migração que funciona faz o contrário. Ela usa o que você já tem como ponte.

  3. Capítulo 8pág. 71

    Júnior, pleno e sênior não são anos de experiência

    Tempo de carreira é o critério mais usado e o menos útil para medir senioridade. O que separa os níveis é o tamanho do problema que você consegue carregar sozinho, e o que acontece ao seu redor quando você está na sala.

  4. Capítulo 9pág. 77

    Pare de estudar tudo ao mesmo tempo

    Quarenta abas abertas, seis cursos começados, nenhum terminado. O problema de quem trabalha com tecnologia raramente é falta de material. É falta de direção. Este capítulo é sobre escolher o que estudar e como.

  5. Capítulo 10pág. 83

    Experiência vale mais quando você sabe explicá-la

    Você fez a migração inteira, sozinho, em um fim de semana, sem derrubar nada. E escreveu no currículo "responsável por migração de servidores". O trabalho valeu muito. A frase valeu quase nada.

  6. Capítulo 11pág. 89

    Quando mudar de emprego

    Ninguém sai de um emprego por um só motivo, e quase ninguém fica por um só motivo. A decisão fica mais fácil quando você para de procurar a resposta certa e passa a olhar para seis coisas ao mesmo tempo.

  7. Capítulo 12pág. 95

    Como negociar crescimento profissional

    Pedir promoção não é pedir favor nem fazer ameaça. É apresentar um caso. Quem chega à conversa com evidência, timing e um plano sai dela com mais do que quem chega com tempo de casa e insatisfação.

03

Posicionamento profissionalCapítulos 13 a 18

Carreira construída, chega a hora de torná-la visível. Esta parte começa pela reputação, que existe antes de qualquer rede social, e só depois entra no LinkedIn: como ele funciona por dentro, e como cada campo do perfil pode dizer quem você é em vez de repetir o que está no crachá.

  1. Capítulo 13pág. 102

    Você já tem uma marca pessoal, mesmo sem ter pensado nisso

    Marca pessoal não é o que você publica. É o que as pessoas dizem de você quando você não está na sala. Ela já existe, foi construída em cada entrega e cada reunião, e a única escolha é cuidar dela ou deixá-la ao acaso.

  2. Capítulo 14pág. 108

    LinkedIn não é currículo online

    A maioria dos profissionais de tecnologia usa o LinkedIn como um currículo que ninguém pediu e um feed que ninguém lê. A plataforma faz outra coisa, e entender o que ela faz muda tudo o que vem nos próximos capítulos.

  3. Capítulo 15pág. 114

    Um perfil de LinkedIn realmente profissional

    Um perfil tem mais de dez campos, e cada um responde a uma pergunta diferente de quem está olhando. Este capítulo percorre todos, menos os três que ganham capítulo próprio, com o que funciona e o que atrapalha em cada um.

  4. Capítulo 16pág. 121

    A headline que explica quem você é

    Cento e vinte caracteres logo abaixo do seu nome. É o que a busca lê, o que aparece em cada comentário seu e o que decide se alguém clica. A maioria desperdiça com cargo genérico ou com adjetivo.

  5. Capítulo 17pág. 128

    O campo "Sobre" sem parecer redação corporativa

    É o único lugar do perfil em que você fala em primeira pessoa, com espaço, para alguém que ainda não te conhece. E é onde a maioria escreve na terceira pessoa, com palavras que ninguém usa em conversa.

  6. Capítulo 18pág. 135

    Sua experiência profissional não é descrição de cargo

    O campo de experiência é onde o LinkedIn mais se parece com o currículo, e onde mais gente copia a descrição da vaga que ocupou. Ele pode fazer outra coisa: contar, posição por posição, o que você resolveu e o que mudou porque você estava ali.

04

Conteúdo e autoridadeCapítulos 19 a 22

Publicar é o degrau opcional. Esta parte começa dizendo que você não precisa subir nele, e depois mostra, para quem quiser subir, sobre o que escrever, como escrever para parecer gente e o que fazer com os clichês que a plataforma inventou.

  1. Capítulo 19pág. 144

    Autoridade não é popularidade

    Ter muitos seguidores e ser referência em algo são coisas diferentes, que às vezes coincidem e frequentemente não. Antes de decidir publicar, vale saber qual das duas você está tentando construir, e se precisa de alguma.

  2. Capítulo 20pág. 150

    Sobre o que publicar

    "Não tenho o que dizer" é a frase mais comum de quem trabalha com tecnologia e pensa em publicar. Quase sempre é falsa. O que falta não é assunto; é enxergar o trabalho comum como fonte.

  3. Capítulo 21pág. 156

    Como escrever posts que parecem escritos por gente

    A maior parte do que se publica em tecnologia soa igual, e não porque as pessoas sejam iguais. É porque todo mundo aprendeu a escrever post do mesmo jeito. Este capítulo é sobre desaprender.

  4. Capítulo 22pág. 163

    O problema do "Tenho orgulho de compartilhar"

    O LinkedIn inventou um dialeto próprio para anunciar conquistas, e todo mundo aprendeu a falar. O problema não é anunciar. É que o dialeto apaga a pessoa por trás do anúncio.

05

NetworkingCapítulos 23 a 25

A palavra tem má fama, e merece parte dela. Esta parte tenta recuperá-la: por que relacionamento profissional funciona, como abordar gente sem incomodar e o que comunidades, eventos e mentoria fazem por uma carreira que nenhum perfil faz.

  1. Capítulo 23pág. 172

    Networking não começa quando você precisa de emprego

    A maioria das pessoas lembra que tem uma rede no dia em que é demitida. Nesse dia, a rede que existe é a que foi construída nos anos anteriores, sem pressa e sem objetivo. É por isso que ela funciona.

  2. Capítulo 24pág. 178

    Como abordar pessoas no LinkedIn

    A caixa de mensagens de quem tem algo a oferecer está cheia de abordagens iguais. A sua vai ser lida se for diferente em uma coisa só: parecer escrita por alguém que pensou antes de mandar.

  3. Capítulo 25pág. 184

    Comunidades, eventos e mentoria

    Comunidade é o lugar onde as mesmas pessoas aparecem várias vezes, e é isso que a torna o ambiente mais eficiente que existe para construir rede. Este capítulo é sobre entrar, participar e, em algum momento, organizar.

06

Currículo, vagas e processos seletivosCapítulos 26 a 30

Aqui a carreira encontra o funil. Esta parte cobre o currículo que passa por máquina e por gente, a busca de vaga com método, as duas entrevistas que quase todo processo tem e o que fazer quando a resposta é não, ou quando a porta fecha sem você pedir.

  1. Capítulo 26pág. 192

    O currículo de tecnologia

    Um currículo de tecnologia precisa passar por dois leitores muito diferentes: um software que procura palavras e uma pessoa que tem oito segundos. O que funciona para um costuma atrapalhar o outro, e é possível servir aos dois.

  2. Capítulo 27pág. 199

    Como procurar emprego de forma inteligente

    Candidatar-se a cinquenta vagas por semana em formulário é o método mais usado e o que menos funciona. Procurar emprego bem é distribuir esforço entre canais que têm retornos muito diferentes, e controlar o processo em vez de ser controlado por ele.

  3. Capítulo 28pág. 205

    Entrevista com RH

    A primeira conversa de quase todo processo é com alguém que não vai avaliar seu código. Muita gente técnica trata essa etapa como formalidade e é eliminada nela. Ela avalia coisas reais, e dá para se preparar.

  4. Capítulo 29pág. 212

    Entrevista técnica

    A entrevista técnica não testa se você sabe a resposta. Testa como você pensa quando não sabe, como explica o que fez e se dá para trabalhar com você em um problema difícil. Quem entende isso se prepara de outro jeito.

  5. Capítulo 30pág. 219

    Quando a resposta é não (e quando a porta fecha)

    A maioria dos processos termina em não, e às vezes o não chega sem você ter perguntado nada, na forma de uma demissão. Nenhum dos dois é o fim de nada. Os dois são informação, e dá para usar.

07

Crescimento e maturidade profissionalCapítulos 31 a 36

Entrar é uma coisa; crescer é outra. Esta parte trata das decisões que aparecem depois de alguns anos: técnica ou gestão, liderar gente, entender o negócio que paga a conta, as habilidades que o RH chama de soft e que decidem promoção, a política que existe em toda empresa e a voz na sua cabeça que diz que você não merece estar ali.

  1. Capítulo 31pág. 226

    Carreira técnica, gestão e o lugar do Tech Lead

    Em algum momento a empresa vai te oferecer gestão como prêmio por ser bom tecnicamente. É a promoção mais aceita e mais mal pensada da área. Existem outros caminhos, e o Tech Lead não é o meio do caminho entre eles.

  2. Capítulo 32pág. 232

    Liderança em tecnologia

    Liderar gente é uma profissão que quase ninguém estuda antes de exercer. Este capítulo é o básico que ninguém ensina: a primeira conversa difícil, delegar sem abandonar, feedback que funciona, contratar, desligar e sobreviver ao fato de que o resultado agora depende de outras pessoas.

  3. Capítulo 33pág. 238

    O profissional de TI precisa entender o negócio

    Tecnologia é meio. A empresa paga por ela porque espera receita, economia ou risco menor do outro lado. Quem entende isso prioriza melhor, discute melhor e é lembrado quando surge uma decisão que precisa de alguém que fale as duas línguas.

  4. Capítulo 34pág. 244

    Soft skills sem papo de RH

    O nome é ruim e a coisa é séria. As habilidades que o RH chama de soft são as que decidem promoção, indicação e permanência depois que a técnica está provada. Este capítulo trata delas como o que são: ferramentas de trabalho.

  5. Capítulo 35pág. 250

    Política corporativa existe

    Toda empresa tem gente com interesses, informação que circula por canais não oficiais e decisões tomadas antes da reunião em que são anunciadas. Fingir que isso não existe não é integridade; é ingenuidade. Dá para lidar sem virar o que você despreza.

  6. Capítulo 36pág. 256

    Síndrome do impostor e o sênior que não se sente sênior

    Quase todo profissional de tecnologia, em algum momento, tem certeza de que vai ser descoberto. A sensação é comum, tem causas específicas na nossa área e não é a mesma coisa que ter um gap real. Distinguir as duas é o trabalho deste capítulo.

08

Dinheiro e decisões de carreiraCapítulos 37 a 40

Ninguém ensina a falar de dinheiro em tecnologia, e todo mundo decide sobre ele o tempo todo. Esta parte trata de quanto você vale, de como ser contratado, de onde trabalhar e de para quem, sem apresentar nenhuma opção como a melhor para todo mundo.

  1. Capítulo 37pág. 264

    Quanto você vale no mercado?

    A pergunta tem resposta, e ela não está no que você ganha hoje nem no que gostaria de ganhar. Está no que o mercado paga por alguém que faz o que você faz, onde você está, para o tipo de empresa que está contratando. Isso se pesquisa.

  2. Capítulo 38pág. 270

    CLT, PJ, freelancer e consultoria

    A discussão sobre modelo de contratação em tecnologia costuma ser travada por gente defendendo a própria escolha. Este capítulo não tem lado. Tem uma conta que cada um precisa fazer, e contextos em que cada opção faz sentido.

  3. Capítulo 39pág. 276

    Trabalho remoto e híbrido

    Trabalhar de casa é tratado como questão de conforto. É uma decisão de carreira, com efeitos sobre visibilidade, aprendizado e promoção que só aparecem depois de um ou dois anos. Dá para ter as vantagens sem pagar o preço inteiro, mas não sem intenção.

  4. Capítulo 40pág. 281

    Trabalhar para o exterior

    Ganhar em moeda forte trabalhando de casa virou o objetivo de meia área de tecnologia. É possível, é mais exigente do que parece e começa por uma coisa que muita gente subestima: o inglês que você acha que tem e o que realmente tem.

09

Erros que atrasam carreirasCapítulos 41 a 47

Sete capítulos curtos, cada um sobre um erro comum. Nenhum deles é de gente incompetente; todos são de gente boa que investiu no lugar errado por tempo demais. Você vai se reconhecer em alguns. É para isso que eles estão aqui.

  1. Capítulo 41pág. 288

    Colecionar cursos e não construir nada

    Quarenta e três cursos concluídos, nenhum projeto. O problema não é estudar demais. É confundir consumir com aprender.

  2. Capítulo 42pág. 291

    Achar que a empresa é responsável pela sua carreira

    A empresa cuida do que ela precisa de você. Da sua carreira, ninguém cuida além de você. Quem confunde as duas coisas descobre a diferença no dia em que a empresa muda de estratégia.

  3. Capítulo 43pág. 294

    Trocar de tecnologia toda semana

    A ferramenta nova aparece, o vídeo promete que ela muda tudo, e o projeto da semana passada é abandonado. Três anos depois, você conhece vinte tecnologias por alto e nenhuma o suficiente para sustentar uma entrevista.

  4. Capítulo 44pág. 297

    Querer parecer sênior antes de se tornar sênior

    O título no perfil diz sênior. A primeira pergunta difícil da entrevista diz outra coisa. A distância entre os dois é a pior impressão que um profissional pode causar, e é comum.

  5. Capítulo 45pág. 300

    Reclamar do mercado sem entender o mercado

    "O mercado está fechado." "As empresas só querem sênior." "Ninguém dá chance." Algumas dessas frases são verdadeiras em certos momentos. Nenhuma é útil sem entender por quê.

  6. Capítulo 46pág. 303

    Comparar seu bastidor com o LinkedIn dos outros

    Você conhece cada dúvida, cada projeto que não deu certo, cada noite estudando o que não aprendeu. Dos outros, você vê a promoção, a certificação e a palestra. Comparar as duas coisas é comparar filme com trailer.

  7. Capítulo 47pág. 306

    Esperar ser descoberto

    O oposto do erro anterior: fazer tudo bem, em silêncio, e esperar que alguém perceba. Às vezes alguém percebe. Na maior parte das vezes, o silêncio é preenchido por quem falou.

10

O futuro da carreira em tecnologiaCapítulos 48 a 52

A pergunta que todo profissional de tecnologia se faz hoje, em voz alta ou não, é se a inteligência artificial vai tirar o emprego dele. Esta parte tenta responder sem pânico e sem negação: o que está mudando, como usar a ferramenta, o risco de deixá-la pensar por você, quem continua relevante, e um exercício para desenhar os próximos cinco anos.

  1. Capítulo 48pág. 310

    Inteligência artificial vai acabar com os empregos de TI?

    A pergunta é ruim, e a resposta honesta é mais interessante do que sim ou não. A IA não elimina profissões; elimina tarefas, e redesenha o que sobra. Saber quais tarefas, em qual área, é o que permite responder para a sua carreira em vez de para "os empregos".

  2. Capítulo 49pág. 316

    O profissional aumentado por IA

    A ferramenta não substitui quem a usa bem. Multiplica. Este capítulo é sobre como usá-la em cada parte do trabalho técnico, o que ela faz melhor do que você, o que faz pior, e a diferença entre ser aumentado e ser substituído.

  3. Capítulo 50pág. 321

    O perigo de terceirizar seu cérebro

    A ferramenta que multiplica quem sabe também atrofia quem deixa de saber. O risco não é ser substituído pela IA. É virar alguém que não consegue mais trabalhar sem ela, e que por isso não consegue mais avaliar o que ela faz.

  4. Capítulo 51pág. 327

    Que profissional continuará relevante?

    Depois de três capítulos sobre o que muda, este é sobre o que fica. Existe um perfil que atravessou as ondas anteriores e está atravessando esta. Ele não é definido por tecnologia. É definido por seis coisas que este livro passou cinquenta capítulos construindo.

  5. Capítulo 52pág. 332

    Sua carreira daqui a cinco anos

    Cinquenta e um capítulos de mapa. Este é o exercício: onde você está, para onde quer ir, o que separa os dois pontos e o que fazer nos próximos doze meses. Com papel, sem fórmula, e com as respostas que você guardou lá no capítulo 1.

ConclusãoO que fica quando a tecnologia muda
Materiais extrasDez roteiros e modelos práticos
Incluído no livro

10 ferramentas para aplicar amanhã.

Checklists, modelos e roteiros para transformar leitura em ação, cada um ligado aos capítulos de onde veio.

01

Checklist do perfil de LinkedIn

Base, busca, headline, sobre, experiência e o teste final: você aparece quando alguém busca seu cargo na sua região?

Caps. 14 a 18
02

Checklist do currículo

Uma página, coluna única, resultados começando por verbo. O que passa pelo software e pela pessoa que tem oito segundos.

Cap. 26
03

Roteiro de planejamento de carreira

Diagnóstico com dado, direção em uma frase, três lacunas e um plano de doze meses com revisões marcadas.

Caps. 1, 8, 11 e 52
04

Modelo de PDI

Um plano de desenvolvimento que serve para você e para a conversa com o gestor, medido em seis e doze meses.

Caps. 8 e 12
05

Modelos de mensagem para networking

Convite, conversa entre pares, pedido de conselho, follow-up e o agradecimento depois de ajudado.

Cap. 24
06

Modelo de abordagem a recrutador

Com vaga aberta, sem vaga e a pergunta sobre faixa salarial feita sem constrangimento.

Caps. 24, 27 e 28
07

Roteiro de preparação para entrevista

Uma semana antes, dois dias antes, na véspera, na hora e depois.

Caps. 28 e 29
08

Checklist para mudança de emprego

As seis variáveis, a decisão de sair, a avaliação da proposta e a saída elegante.

Caps. 11, 12 e 30
09

Roteiro para criação de conteúdo

Sobre o que escrever, como escrever para parecer gente e como medir sem olhar curtidas.

Caps. 19 a 22
10

Plano de 30 dias para melhorar o posicionamento

O livro inteiro, comprimido em quatro semanas. No fim, você está encontrável, sabe contar o que fez, sabe quanto vale e tem uma direção.

Semana 1Base

Registro de resultados e a frase que seu gestor diria sobre você.

Semana 2Perfil

Headline, “Sobre” e experiência reescritos. Teste da busca.

Semana 3Rede

Mensagens sinceras, um grupo da área e pedidos de recomendação.

Semana 4Direção

Faixa salarial, direção de cinco anos e três lacunas com plano.

O mercado não vê o que você fez. Vê o que você conseguiu contar.
Capítulo 10 · Experiência vale mais quando você sabe explicá-la
Marcos Wesley Martins de Andrade, autor do livro Seu código não fala por você
Marcos Wesley Martins de AndradeData & AI Engineer · Professor · Presidente da ANETI
12+
Sobre o autor

Escrito por quem vê o mercado de todos os lados.

Mais de doze anos em tecnologia, e ainda na linha de frente: entregando projeto, participando de processo seletivo dos dois lados da mesa, liderando time e dando aula.

Começou em 2014 ensinando informática, passou pelo suporte de um hospital público e, em menos de um ano, pela coordenação da área. Foi desenvolvedor, gerente de TI de hospital estadual, especialista em governança e privacidade de dados, Tech Lead e engenheiro de dados. Hoje atua com dados e inteligência artificial em uma das maiores instituições financeiras do país.

Dados e IAGrande instituição financeira
Professor universitárioIA, web, mobile e Python
Fundador da ANETIAssociação Nacional dos Especialistas em TI
ISO 27001 · DPO · LGPDPós e MBAs em dados e IA

“Estas são as coisas que eu gostaria que alguém tivesse me contado antes.”

Dúvidas

Perguntas frequentes.

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Quando o livro será lançado?

O livro está em fase final de pré-lançamento e ainda não está disponível para compra. Quem entrar na lista de espera recebe o aviso assim que as vendas abrirem.

Onde vou poder comprar?

Pelo Clube de Autores, em edição impressa. O link de compra será enviado para a lista de espera no dia do lançamento.

Serve para quem ainda não trabalha com TI?

Serve. A Parte 1 explica como as carreiras em tecnologia começam de verdade, o capítulo 6 trata do primeiro emprego e o capítulo 7 foi escrito para quem está migrando de outra profissão.

Já sou sênior. Tem algo para mim?

Principalmente para você. Posicionamento, liderança, negócio, política corporativa e síndrome do impostor são os problemas que aparecem quando a técnica já está provada.

É um livro sobre LinkedIn?

Não, embora dedique duas partes a perfil e conteúdo. O LinkedIn aparece como ferramenta, no meio do livro: primeiro construir, depois mostrar.

Fala de inteligência artificial?

A Parte 10 inteira: o que a IA muda nas tarefas, como usá-la bem, o risco de terceirizar o raciocínio e quem continua relevante.

Em breve

O trabalho não vai abrir a boca. Você vai.

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